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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


Saudamos Pelo o Aniversário da Vossa Aparição

em Pontmain e em todos os locais de Aparições.

Apresentamos algumas destas Aparições...



Te Saudo Minha Mãe com Ave-Maria em Latin
em vossa honra.
Ave Maria, gratia plena,
Dominus tecum:
Benedicta tu in mulieribus
et  benedictus fructus ventris tui Jesu.
Sancta Maria, Mater Dei,
Ora pronobis peccatoribus,
nunc et in hora mortis nostrae.


Sera que tantas Lagrimações de Nossa Senhora e Jesus no mundo todo, não quer nos dizer algo em particular a cada um de nós?

Paremos um pouco! 
"Vamos Refletir"


 Nossa Senhora do Pilar - Saragossa, Espanha (cerca de 40 d.C.)


Após a crucifixão, ressurreição e ascensão de Jesus, seus apóstolos começaram a divulgar a mensagem que Ele deixou por toda Israel e, pouco depois, pelo império romano. Um desses apóstolos, Tiago (o "Maior"), teria viajado para Oeste até à vila de Saragossa, a Nordeste da Espanha. Enquanto ali se encontrava, consta que Tiago teria ficado desanimado com o fracasso da sua missão. A tradição sustenta que, encontrando-se ele imerso em profunda oração, a Santa Mãe de Jesus lhe apareceu e entregou-lhe uma pequena estátua representando a si mesma esculpida em madeira e uma coluna de madeira de jaspe, e instruiu-o a erigir uma igreja em sua honra:

"Este local será minha casa, e esta imagem e esta coluna constituirão o nome e o altar do templo que você deve construir".
A coluna e a estátua ainda podem ser vistas, em ocasiões especiais, numa igreja que as têm sob guarda. Cerca de um ano após a aparição, Tiago logrou construir uma pequena capela em honra de Maria - a primeira igreja dedicada à Virgem Maria. Depois que Tiago retornou a Jerusalém, ele foi executado sob Herodes Agripa, cerca de 44 d.C. - o primeiro apóstolo a testemunhar sua fé com o martírio. Alguns dos seus discípulos recuperaram seu corpo e o levaram para ser sepultado na Espanha. A rainha local, observando os inúmeros milagres realizados pelos discípulos de Tiago, converteu-se ao cristianismo e permitiu que o corpo de Tiago fosse sepultado num campo local. Oito séculos depois, erigiu-se uma catedral sobre a sua tumba, depois que esta foi redescoberta por um eremita. Este encontrou o túmulo de S. Tiago após notar uma formação estelar incomum no céu. O local da catedral foi chamado Compostella (campo de estrelas) e é um local de peregrinação muito honrado até em nossos dias.
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Santa Maria Maior - Roma, Itália (cerca de 352 d.C.)


Com grande parte do império romano convertido ao cristianismo, alguns romanos piedosos começaram a dedicar sua fortuna a honrar Maria e os Apóstolos, construindo santuários e igrejas a eles dedicados. Um desses nobres, João de Roma, e sua esposa decidiram honrar Maria de todas as formas a eles possíveis. Nos primórdios de Agosto, João e sua esposa tiveram ambos o mesmo sonho, onde Maria lhes aparecia e pedia-lhes que mandassem construir uma igreja numa das sete colinas de Roma - a Esquiline. João decidiu contar o sonho ao Papa, Liberius; quando o fez, este relatou-lhe haver tido o mesmo sonho. A 5 de Agosto dirigiram-se ambos à colina de Esquiline, em cujo topo encontraram neve, desenhando o contorno duma igreja. Iniciaram imediatamente a construção duma igreja, obedecendo ao esboço sugerido pela neve. Esta é a origem da Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, que comemora sua fundação nesse dia de 5 de Agosto.

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Nossa Senhora de Walsingham, Inglaterra (cerca de 1061 d.C.)


A presença de Maria na Inglaterra começou com três visões recebidas por Lady Richeldis de Faverches, uma viúva que viveu em Walsingham. Nessas visões, Nossa Senhora mostrou a Lady de Faverches a casa em Nazaré onde o Anjo Gabriel lhe anunciara a maternidade do Filho do Altíssimo. A Santa Mãe pediu a Lady de Faverches que construísse ali uma réplica de sua casa em Nazaré, e que fosse dedicada como um memorial da Anunciação à Maria e da Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo. Maria prometeu:
"Deixe que todos os que estão em sofrimento ou necessidade me procurem naquela pequena casa que você mantém para mim em Walsingham. A todos que ali me buscarem será dado socorro".
Na Idade Média, Walsingham tornou-se um dos centros de peregrinação mais concorridos de toda a Europa. Construiu-se uma igreja em torno da casa, para protegê-la dos elementos. Muitos reis ingleses conduziram peregrinações a Walsingham. O último desses reis foi Henrique VIII, que realizou três peregrinações a esse local, antes de romper com a Igreja Católica em 1534 e formar a Igreja Nacional da Inglaterra. Henrique ordenou a destruição de todos os santuários e locais de adoração católicos. A igreja de Walsingham e a casa dentro dela não escaparam à sanha de destruição daquela época. A estátua de Maria que residia na casa foi queimada alguns anos depois.
A Santa Casa de Walsingham só foi reconstruída na década de 1920, sob a direção de Alfred Patten, um sacerdote anglicano. A Igreja dos Chinelos, cujo nome remonta ao uso, na Idade Média de removerem-se os sapatos para andar-se a pé descalço desta à Santa Casa, que pouco dela distava, logrou escapar ilesa da destruição da Reforma. Esta capela tornou-se o Santuário Católico de Nossa Senhora na Inglaterra. Ambos os locais tornaram-se novamente alvos de peregrinações.

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Nossa Senhora do Rosário - Prouille, França (1208)


Domingos de Gusmão era um pregador espanhol que combateu no sudeste da França a heresia albigense, a qual estava se difundindo rapidamente. Em 1208, enquanto rezava na capela de Prouille, apareceu-lhe Maria e deu-lhe o Rosário, instando-o a que o pregasse a toda gente, como remédio contra a heresia e o pecado. A base factual desses eventos é questionável; de toda forma, Domingos de Gusmão fundou uma ordem de frades pregadores, a qual eliminou a heresia albigense e fundou mosteiros em todo o mundo. Sua ordem é comumente referida como dos Dominicanos.

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Nossa Senhora do Monte Carmelo - Aylesford, Inglaterra (1251)


A contínua influência de Maria no desenvolvimento do Cristianismo na Inglaterra evidenciou-se novamente quando de sua aparição a Simão Stock, que ingressou na ordem religiosa de Nossa Senhora do Monte Carmelo, quando peregrinava à Terra Santa. Em sua aparição a Frei Stock, Maria confiou-lhe o Escapulário Marrom (duas peças do tecido marrom usualmente empregado na confecção do hábito dos monges, bordadas com uma imagem de Nossa Senhora do Monte Carmelo e pregadas juntas por um cordão - usado sobre os ombros, fica uma peça sobre o peito e a outra às costas do fiel):
"Meu amado filho, recebe este escapulário para a tua Ordem. Ele é sinal de um especial privilégio que obtive para ti e para todos os filhos de Deus que me honrarem como Nossa Senhora do Monte Carmelo. Os que morrerem devotamente vestidos com este escapulário serão preservados do fogo eterno. O escapulário marrom é penhor de salvação. O escapulário marrom é um escudo em tempo de perigo. O escapulário marrom é sinal de paz e proteção especial, até o fim dos tempos".
Após esta aparição, Frei Stock dedicou-se ao estabelecimento de comunidades carmelitas junto às cidades universitárias da Inglaterra, França e Itália. Ele tornou-se o Superior-Geral de sua Ordem, alguns anos após a aparição de Nossa Senhora. Até bem recentemente, o escapulário marrom foi um dos símbolos religiosos mais usados, de dedicação pessoal à missão de Maria expressa em suas últimas palavras registradas na Bíblia (João 2,5). Desde a década de 1960, entretanto, a promoção e utilização de qualquer tipo de símbolo devocional mariano declinou notavelmente.

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A Madona Negra Czestochowa, Polônia (1382)


A Madona Negra é uma pintura de Nossa Senhora com o Menino Jesus, cuja lenda atribui a sua autoria ao Evangelista S. Lucas. Acredita-se que S. Lucas a pintou sobre um tampo de madeira duma mesa feita por Jesus carpinteiro. Teria sido enquanto posava para Lucas que Maria relatou-lhe os pormenores da Anunciação e da infância de Jesus que Lucas mais tarde incorporaria ao seu evangelho. A pintura apareceria novamente em 326 d.C., quando Sta. Helena a teria localizado em Jerusalém, por ocasião de uma peregrinação à Terra Santa. Ela presenteou a pintura a seu filho, o Imperador Constantino, que mandou construir para ela um santuário em Constantinopla. Numa batalha crítica contra os sarracenos, a pintura foi exibida sobre os muros da cidade, e os sarracenos foram então derrotados. O crédito da salvação da cidade foi atribuído à pintura.
Mais tarde, ela passou às mãos de Carlos Magno, que depois a presenteou ao príncipe Léo da Rutênia (Hungria). Ela permaneceu no palácio real da Rutênia até à invasão do séc. XI. O rei orou à Nossa Senhora para que auxiliasse seu pequeno exército; em resposta às suas súplicas, uma densa escuridão desceu sobre as tropas inimigas, as quais, em sua confusão, começaram a atacar-se mutuamente. A Rutênia foi salva, devido a esta intervenção. No séc. XIV, ela foi transferida para o Monte de Luz (o Santuário de Jasna Gora), na Polônia, em resposta a uma solicitação feita num sonho ao príncipe Ladislau de Opola.
Esta história legendária passou a ser melhor documentada a partir do príncipe Ladislau. Em 1382, invasores tártaros atacaram a fortaleza do príncipe em Belz. No curso deste ataque, uma seta tártara atingiu a pintura, alojando-se na garganta da Madona. O príncipe, temendo que ele próprio e a pintura famosa viessem a cair em mãos dos tártaros, fugiu durante a noite, refugiando-se na cidade de Czestochowa, onde a pintura foi alojada numa pequena igreja. A seu tempo, o príncipe fez construir um mosteiro paulino e uma igreja, a fim de abrigar em segurança a imagem. Em 1430, os hussitas invadiram o mosteiro e tentaram levar o retrato. Um dos invasores atingiu duas vezes a pintura com sua espada, mas antes de desferir uma terceira estocada, caiu ao solo em agonia e morreu. Tanto os cortes a espada como a perfuração pela seta são ainda visíveis no quadro.
Mais tarde, em 1655, a Polônia foi quase que totalmente tomada pelas forças do rei da Suécia, Carlos X. Apenas a área em torno do mosteiro remanesceu inconquistada. De algum modo, os monges lograram resistir a um cerco de quarenta dias, até que a Polônia rechaçou os invasores de todo o seu território. Após esta notável seqüência de eventos, Nossa Senhora de Czestochowa tornou-se o símbolo da unidade nacional e foi coroada Rainha da Polônia. O rei da Polônia colocou oficialmente o país sob a proteção de Nossa Senhora. Uma lenda mais recente em torno da pintura envolve a ameaça de invasão da Polônia pela Rússia. Em 1920, o exército russo foi avistado manobrando maciçamente nos bancos de areia do rio Vistula, ameaçando Varsóvia, quando uma imagem da Virgem apareceu nas nuvens sobre a cidade. As tropas russas retiraram-se à sua vista.
Ao longo dos séculos, muitos foram os testemunhos de curas e outros fenômenos milagrosos ocorridos com fiéis que peregrinaram à pintura. Ela é conhecida como "A Madona Negra" por causa da fuligem acumulada sobre a sua superfície, fruto de séculos de velas votivas queimadas junto a ela. Com o declínio do comunismo na Polônia, as peregrinações à Madona Negra aumentaram notavelmente.

A Madona Negra Czestochowa, Polônia (1382)
A Madona Negra é uma pintura de Nossa Senhora com o Menino Jesus, cuja lenda atribui a sua autoria ao Evangelista S. Lucas. Acredita-se que S. Lucas a pintou sobre um tampo de madeira duma mesa feita por Jesus carpinteiro. Teria sido enquanto posava para Lucas que Maria relatou-lhe os pormenores da Anunciação e da infância de Jesus que Lucas mais tarde incorporaria ao seu evangelho. A pintura apareceria novamente em 326 d.C., quando Sta. Helena a teria localizado em Jerusalém, por ocasião de uma peregrinação à Terra Santa. Ela presenteou a pintura a seu filho, o Imperador Constantino, que mandou construir para ela um santuário em Constantinopla. Numa batalha crítica contra os sarracenos, a pintura foi exibida sobre os muros da cidade, e os sarracenos foram então derrotados. O crédito da salvação da cidade foi atribuído à pintura.
Mais tarde, ela passou às mãos de Carlos Magno, que depois a presenteou ao príncipe Léo da Rutênia (Hungria). Ela permaneceu no palácio real da Rutênia até à invasão do séc. XI. O rei orou à Nossa Senhora para que auxiliasse seu pequeno exército; em resposta às suas súplicas, uma densa escuridão desceu sobre as tropas inimigas, as quais, em sua confusão, começaram a atacar-se mutuamente. A Rutênia foi salva, devido a esta intervenção. No séc. XIV, ela foi transferida para o Monte de Luz (o Santuário de Jasna Gora), na Polônia, em resposta a uma solicitação feita num sonho ao príncipe Ladislau de Opola.
Esta história legendária passou a ser melhor documentada a partir do príncipe Ladislau. Em 1382, invasores tártaros atacaram a fortaleza do príncipe em Belz. No curso deste ataque, uma seta tártara atingiu a pintura, alojando-se na garganta da Madona. O príncipe, temendo que ele próprio e a pintura famosa viessem a cair em mãos dos tártaros, fugiu durante a noite, refugiando-se na cidade de Czestochowa, onde a pintura foi alojada numa pequena igreja. A seu tempo, o príncipe fez construir um mosteiro paulino e uma igreja, a fim de abrigar em segurança a imagem. Em 1430, os hussitas invadiram o mosteiro e tentaram levar o retrato. Um dos invasores atingiu duas vezes a pintura com sua espada, mas antes de desferir uma terceira estocada, caiu ao solo em agonia e morreu. Tanto os cortes a espada como a perfuração pela seta são ainda visíveis no quadro.
Mais tarde, em 1655, a Polônia foi quase que totalmente tomada pelas forças do rei da Suécia, Carlos X. Apenas a área em torno do mosteiro remanesceu inconquistada. De algum modo, os monges lograram resistir a um cerco de quarenta dias, até que a Polônia rechaçou os invasores de todo o seu território. Após esta notável seqüência de eventos, Nossa Senhora de Czestochowa tornou-se o símbolo da unidade nacional e foi coroada Rainha da Polônia. O rei da Polônia colocou oficialmente o país sob a proteção de Nossa Senhora. Uma lenda mais recente em torno da pintura envolve a ameaça de invasão da Polônia pela Rússia. Em 1920, o exército russo foi avistado manobrando maciçamente nos bancos de areia do rio Vistula, ameaçando Varsóvia, quando uma imagem da Virgem apareceu nas nuvens sobre a cidade. As tropas russas retiraram-se à sua vista.
Ao longo dos séculos, muitos foram os testemunhos de curas e outros fenômenos milagrosos ocorridos com fiéis que peregrinaram à pintura. Ela é conhecida como "A Madona Negra" por causa da fuligem acumulada sobre a sua superfície, fruto de séculos de velas votivas queimadas junto a ela. Com o declínio do comunismo na Polônia, as peregrinações à Madona Negra aumentaram notavelmente.


 A Madona Negra Czestochowa, Polônia (1382)
A Madona Negra é uma pintura de Nossa Senhora com o Menino Jesus, cuja lenda atribui a sua autoria ao Evangelista S. Lucas. Acredita-se que S. Lucas a pintou sobre um tampo de madeira duma mesa feita por Jesus carpinteiro. Teria sido enquanto posava para Lucas que Maria relatou-lhe os pormenores da Anunciação e da infância de Jesus que Lucas mais tarde incorporaria ao seu evangelho. A pintura apareceria novamente em 326 d.C., quando Sta. Helena a teria localizado em Jerusalém, por ocasião de uma peregrinação à Terra Santa. Ela presenteou a pintura a seu filho, o Imperador Constantino, que mandou construir para ela um santuário em Constantinopla. Numa batalha crítica contra os sarracenos, a pintura foi exibida sobre os muros da cidade, e os sarracenos foram então derrotados. O crédito da salvação da cidade foi atribuído à pintura.
Mais tarde, ela passou às mãos de Carlos Magno, que depois a presenteou ao príncipe Léo da Rutênia (Hungria). Ela permaneceu no palácio real da Rutênia até à invasão do séc. XI. O rei orou à Nossa Senhora para que auxiliasse seu pequeno exército; em resposta às suas súplicas, uma densa escuridão desceu sobre as tropas inimigas, as quais, em sua confusão, começaram a atacar-se mutuamente. A Rutênia foi salva, devido a esta intervenção. No séc. XIV, ela foi transferida para o Monte de Luz (o Santuário de Jasna Gora), na Polônia, em resposta a uma solicitação feita num sonho ao príncipe Ladislau de Opola.
Esta história legendária passou a ser melhor documentada a partir do príncipe Ladislau. Em 1382, invasores tártaros atacaram a fortaleza do príncipe em Belz. No curso deste ataque, uma seta tártara atingiu a pintura, alojando-se na garganta da Madona. O príncipe, temendo que ele próprio e a pintura famosa viessem a cair em mãos dos tártaros, fugiu durante a noite, refugiando-se na cidade de Czestochowa, onde a pintura foi alojada numa pequena igreja. A seu tempo, o príncipe fez construir um mosteiro paulino e uma igreja, a fim de abrigar em segurança a imagem. Em 1430, os hussitas invadiram o mosteiro e tentaram levar o retrato. Um dos invasores atingiu duas vezes a pintura com sua espada, mas antes de desferir uma terceira estocada, caiu ao solo em agonia e morreu. Tanto os cortes a espada como a perfuração pela seta são ainda visíveis no quadro.
Mais tarde, em 1655, a Polônia foi quase que totalmente tomada pelas forças do rei da Suécia, Carlos X. Apenas a área em torno do mosteiro remanesceu inconquistada. De algum modo, os monges lograram resistir a um cerco de quarenta dias, até que a Polônia rechaçou os invasores de todo o seu território. Após esta notável seqüência de eventos, Nossa Senhora de Czestochowa tornou-se o símbolo da unidade nacional e foi coroada Rainha da Polônia. O rei da Polônia colocou oficialmente o país sob a proteção de Nossa Senhora. Uma lenda mais recente em torno da pintura envolve a ameaça de invasão da Polônia pela Rússia. Em 1920, o exército russo foi avistado manobrando maciçamente nos bancos de areia do rio Vistula, ameaçando Varsóvia, quando uma imagem da Virgem apareceu nas nuvens sobre a cidade. As tropas russas retiraram-se à sua vista.
Ao longo dos séculos, muitos foram os testemunhos de curas e outros fenômenos milagrosos ocorridos com fiéis que peregrinaram à pintura. Ela é conhecida como "A Madona Negra" por causa da fuligem acumulada sobre a sua superfície, fruto de séculos de velas votivas queimadas junto a ela. Com o declínio do comunismo na Polônia, as peregrinações à Madona Negra aumentaram notavelmente.

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Nossa Senhora de Knock, Irlanda (1879)


County Mayo ficava no centro duma região da Irlanda que sofreu grandemente na década de 1870. Fome e imigrações forçadas eram o quotidiano daqueles a quem o Senhor enviou novamente Sua Mãe, em socorro de seus filhos oprimidos.
21 de Agosto de 1879 era mais um dia cinzento em County Mayo. Ao cair da noite, Margaret Beirne, uma moradora da Vila de Cnoc Mhuirek foi enviada por seu irmão para trancar a igreja para o pernoite. Após haver desimcumbido a tarefa e dispondo-se a retornar à casa notou uma estranha luz sobre a igreja. Entretida, porém, com outros pensamentos, nada mencionou a outras pessoas. Por essa época, outro membro da família Beirne, Mary, retirando-se da igreja na companhia da encarregada da faxina, Mary McLoughlin, num ponto da estrada donde podiam divisar claramente a igreja e seus arredores, Mary O'Beirne virou-se para sua companheira e notou: "Oh, veja as estátuas! Como você não me contou que o Padre adquiriu novas estátuas para a capela?". Sua companheira nada sabia de novas estátuas; decidiu olhar mais de perto. Ao aproximarem-se da capela, Mary O'Beirne notou: "Mas não são estátuas; estão se mexendo. É a Virgem Maria".
O que elas e treze outras pessoas viram no lusco-fusco foi uma bela mulher, vestida de branco, trazendo na cabeça uma grande coroa brilhante. Suas mão estavam postas como que em oração. Todos os que a viram identificaram-na como sendo Maria, a Mãe de Jesus e Rainha dos Anjos.

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