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segunda-feira, 17 de julho de 2017

JACAREÍ, 16 DE JULHO DE 2017- FESTA DE NOSSA SENHORA DO CARMO - 644ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR - MENSAGEM DO NOSSA SENHORA E SANTA EMÍLIA - COMUNICADAS AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA - NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ(São (Geraldo apareceu juntamente para dar a benção especial ao Sr. Carlos Tadeu)


(Maria Santíssima): “Queridos filhos, Sou a Senhora do Carmo, hoje, quando comemoram a Minha Festa, a Minha Aparição ao Meu filho São Simão Stock, Eu venho mais uma vez do Céu para lhes dizer:
Usem o Meu Escapulário do Carmo com Amor, aqueles que usarem durante toda a vida e morrerem com ele não conhecerão as chamas eternas e serão libertados por Mim do Purgatório no sábado seguinte ao dia da sua morte.
Usem o Meu Escapulário do Carmo com amor, procurando também viver uma vida santa, para que então, a santidade de vocês unida à graça do Meu Escapulário possa leva-los àquelas belíssimas moradas que Eu preparo para vocês no Céu e os tornem dignos de verem a Deus face a face no Céu.
Usem o Meu Escapulário do Carmo com amor, para que então, Eu esteja sempre acompanhando vocês por toda a parte e cobrindo-os com o Meu Manto, para que o Meu inimigo não possa fazer mal a vocês nem possa leva-los pelo caminho da perdição.
Amem... amem a Deus com amor puro, com todo amor dos seus corações, com todas as suas forças. O amor é Deus, Deus é Amor! E o que Ele deseja nas Minhas Aparições Aqui é o amor!
Continuo aparecendo aqui até hoje por tantos anos buscando o amor no coração dos Meus filhos. Que as orações de vocês sejam orações de amor.
Façam orações de amor Meus filhos, orações pedindo o amor, orações desejando o amor, orações desejando a Deus com amor, para que essas orações verdadeiramente levem vocês a amarem mais a Deus com obras, com o ‘sim’, com a renúncia de vocês, para produzirem frutos de amor para o Senhor.
Se as orações de vocês não levam a um desejo maior de Deus, a uma união maior com Deus, suas orações não terão sentido, nem terão muito valor.
Por isso, rezem fazendo orações de amor, desejando mais e mais a Minha Chama de Amor, para com ela amar a Deus, amar-Me e amar também as almas com esse amor que o Meu filho Marcos falou, o amor sobrenatural: ÁGAPE. O amor que levará vocês verdadeiramente a serem chamas incessantes de amor.
Sejam amor, vivam de amor!
Convertam-se sem demora, porque estão na última meia hora do dia de Deus e esses últimos minutos dessa última meia hora passarão mais rápido, para que todo o universo seja enfim libertado do domínio do Meu inimigo e possa conhecer o cume de sua libertação e de sua total renovação.
Rezem o Meu Rosário Meus filhos, fazendo o Rosário com amor. Que o Rosário de vocês sejam um Rosário de amor, desejando mais a Deus, desejando o amor e depois dando o amor que Deus pede no dia a dia, no sacrifício, na oração, no serviço, no trabalho, enfim, em todas as coisas.
Convertam-se sem demora, é a última meia hora do dia de Deus e em breve Meus filhos, soará a Minha Hora, Eu terei de ir e quando Eu for o Meu filho mandará o Grande Castigo.
O que impede o Castigo de vir Sou Eu que estou aqui nas Minhas Aparições em Jacareí, mas quando Eu Me for e não vier mais todos os dias aqui será retirado aquele que detém o castigo, ou seja, o Meu Imaculado Coração. E então, verdadeiramente virá o Castigo.
Convertam-se sem demora, vivam o amor, sejam o verdadeiro amor.
A todos Eu abençoo com amor, de Fátima, de Montichiari e de Jacareí.”


(Santa Emília): “Amados irmãos Meus, Eu, Emília, venho do Céu para dizer a vocês: Sejam amor renunciando a todo tipo de amor mundano, às paixões, aos prazeres que fazem a natureza humana de vocês de cair mais baixo ainda que os animais . E abram os seus corações ao amor divino, ao amor sobrenatural, para que então, esse mundo miserável e empobrecido pelo pecado possa enfim conhecer o amor sobrenatural, o amor divino que tudo renovará e tudo elevará até o maior cume de santidade que a humanidade jamais conheceu.
Sejam amor vivendo o amor no dia a dia, sobretudo, dando a Deus a resposta de amor que Ele pede a vocês todos os dias no dia a dia e sobretudo, na hora da renúncia e na hora do sacrifício.
Não sejam almas hipócritas, que rezam o Rosário pedindo um amor que negam a Deus e à sua Mãe quando é hora de se doar, quando é hora de amar. Mas, sejam almas verdadeiras, almas que de verdade pedem o amor, querem o amor e dão amor sendo almas de verdadeiro e intenso amor.
Sejam amor procurando em tudo colocar o amor sobrenatural, para que então, até mesmo as mais pequenas e aos olhos dos homens insignificantes ações de cada dia, essas ações sejam sobrenaturalizadas.
Ou seja, o amor sobrenatural dê a elas valor sobrenatural, poder sobrenatural com o qual vocês agradarão muito ao Senhor e também conquistarão muitos méritos para vocês, para a vida eterna.
Sejam amor sobrenaturalizando todas as ações de vocês, fazendo tudo com amor sobrenatural. Para que então verdadeiramente a vida de vocês seja preciosa, valiosa e rica aos olhos de Deus e um dia esta riqueza toda de vocês aplicada às almas gerem a conversão e a salvação de muitas e muitas almas.
Rezem o Rosário, o Rosário rezado com amor é um meio poderosíssimo para conseguir o amor sobrenatural.
Eu, Emília estarei ao lado de vocês para ajuda-los e para auxiliá-los nessa grande e a mais importante tarefa da vida de todo o homem.
Eu não Sou a mesma Emília que já apareceu aqui, venho pela primeira vez porque amo muito o Meu amadíssimo Marcos, amo muito o Pai  Espiritual dele, Carlos Tadeu, e porque amo muito a todos vocês também.
Protejo vocês, vocês não Me conhecem mas Eu os conheço, sei tudo que acontece com vocês e rezo por vocês diante do Senhor.
Quero ser amiga de vocês, chamem-Me em tudo que precisarem de Mim e Eu virei do Céu para ajuda-los da melhor forma que Me permitir o Senhor.
A todos agora e ao Meu amadíssimo e prediletíssimo Marcos, abençoo com Amor.”

(Marcos): “Mãezinha do Céu, querido São Geraldo, Santa Emília, vós podeis ter a bondade de tocar nessas Cruzes e Terços que fizemos para a proteção dos vossos filhos?”


Santa Emília Maria G. de Rodat, Fundadora - 19 de setembro - A santa protetora dos que muito amam - porque muito amou



Maria Guilhermina Emília de Rodat nasceu no castelo de Druelle, situado a 8 k de Rodez, capital de Rouergue, no dia 6 de setembro de 1787, era a primogênita do casal João Luís Guilherme Amans de Rodat e Henriete de Pomairols. Além de Eleonora, modelo de virtude, Emília tinha mais três irmãos: Carlota, Luís Guilherme e Armando Henrique.
     Aos 11 anos recebeu sua primeira comunhão clandestinamente, na capela de Ginals, sem nenhuma festa. Seus avós aproveitaram a presença de um dominicano, José Delbès, refugiado no castelo, para realizar a cerimônia, marcando uma etapa de sua vida interior. Era a época da infame Revolução Francesa, na qual os religiosos foram expulsos dos conventos, as igrejas foram profanadas, as relíquias quebradas e os túmulos violados.
     Em 1803, Emília era uma encantadora jovem, viva e graciosa, um pouco altiva e autoritária - notava-se nela tendências para a vaidade e o orgulho. Apesar das crises próprias da adolescência, Emília conservou sempre vivo o atrativo pelos pobres. Em companhia de Maria Ana Gombert, uma humilde moça de Villefranche, visitava os pobres e doentes com frequência.
     Em 1804, na Festa do Corpo de Deus, as palavras de um missionário determinaram a sua total conversão. Começou a vestir-se com muita simplicidade desprezando as modas. Ia diariamente à Igreja de Ampiac, à meia hora de Druelle, onde assistia à Santa Missa. Ainda nesse ano, recebeu o sacramento da crisma com muito fervor.
     Deixou então Druelle a fim de voltar para Villefranche e foi morar na casa da Sra. Saint-Cyr, dona de um pensionato reservado às senhoritas da sociedade. O Pe. Antônio Marty era o confessor da casa e tornou-se seu diretor espiritual.
     Em 1806, a Sra. Saint-Cyr aproveitou a relativa instrução de Emília para lhe confiar aulas de Catecismo e de Geografia.
     Em 1809, aos 22 anos, Emília fez algumas tentativas de ingresso na vida religiosa, sem sucesso. Triste, mas não desanimada com esse fracasso, obteve de seu diretor a permissão para pronunciar os votos privados em 21 de novembro desse mesmo ano.
     Em maio de 1815, durante uma visita que fazia aos pobres, Emília ouviu várias mães de família lamentarem a ignorância de suas filhas, sobretudo quanto à instrução religiosa. Elas diziam que antes da Revolução Francesa as religiosas ursulinas ensinavam-nas gratuitamente, o que não tinham suas filhas.
     Este lamento transpassou como um dardo a alma de Emília, que lhes disse: “Enviem-me suas filhas, eu as instruirei”. Sentiu o apelo irrecusável de Deus para socorrê-las numa fundação, em Villefranche, destinada à instrução das meninas pobres.
     Querendo iniciar sem demora a execução do seu projeto, Emília obteve da Sra. Saint-Cyr a permissão para dar aulas às crianças no seu exíguo quarto, tendo chegado rapidamente ao número de quarenta meninas.
     Com algumas companheiras teve que enfrentar grandes dificuldades. Em um ambiente hostil e sem meios financeiros, era difícil achar um local para morar, mas a Providência veio enfim em auxílio delas: no início de 1816, uma antiga aluna da Sra. Saint-Cyr, a Srta. Vitória Alric, prometeu alugar a metade de um imóvel, embora insalubre e mal situado.
     No dia 30 de abril, com suas companheiras, começou a viver ali uma rigorosa vida religiosa e, no dia 1º de maio, vestiram um hábito muito simples. No dia 3 de maio, à sombra da cruz, abriram também uma classe denominada Santa Maria para as meninas de média condição. Três órfãs foram igualmente adotadas.
     Em junho de 1816, D. Grainville, Bispo de Cahors, que se encontrava em Villefranche, consentiu que as Irmãs tivessem uma capelinha com o Santíssimo Sacramento. A partir desse momento, as Irmãs julgaram-se ricas no meio de tanta pobreza. Na Páscoa de 1817, Emília fez seus primeiros votos temporários.
     O grande número de alunas tornara necessária a aquisição de um novo local. No dia 29 de junho de 1817, transferiram-se para a casa Saint-Cyr, abandonada pelos membros da frágil federação. O número das Irmãs dobrou, e o Pe. Marty, apesar de inúmeras ocupações, permaneceu como capelão oficial. A obra prosperava sempre.
     O Pe. Grimal, benfeitor do instituto e protetor das Irmãs, decidiu pela compra do antigo Convento dos Franciscanos, abandonado desde 1793, uma casa contínua e mais tarde, um jardim. Em 29 de junho de 1819, as Irmãs tomaram posse da moradia definitiva, atual Casa-Mãe das Religiosas da Sagrada Família, onde solenemente fizeram os primeiros votos.
     Em agosto de 1820, começaram para Madre Emília as terríveis tentações contra a fé, a esperança e a caridade, que duraram 32 anos, levando-a a um estado extraordinário de sofrimento interior. Além disso, as Irmãs, as postulantes e até mesmo as alunas foram atingidas por uma terrível epidemia. A maioria das meninas abandonou as classes, e as postulantes voltaram para suas famílias. Nenhuma candidata se apresentava por ter medo do contágio e da morte.
     No dia 29 de agosto de 1822, o Pe. Marty enviou Madre Emília a Aubin para consultar-se com um médico renomado. Ao mesmo tempo, a Sra. Constans, pensionista em Villefranche e originária da localidade, convidou Madre Emília para fundar um educandário para moças em Aubin. O Pe. Marty deu o seu consentimento.
     Chegando a Aubin, ela ocupou-se ativamente da nova fundação, primeira do instituto, que estava no seu sexto ano de existência. O projeto foi bem aceito pelas autoridades locais e pelos habitantes. Além do cuidado com as crianças, as Irmãs visitavam os doentes e os pobres. Em breve, várias jovens, atraídas pelos bons exemplos das Irmãs, pediram para serem admitidas na Sagrada Família.
     No dia 1º de agosto de 1832, Madre Emília, acompanhada de três Irmãs, viajou para Livinhac com a difícil missão de transformar uma pequena comunidade numa casa religiosa destinada à educação das jovens, como as de Villefranche e Aubin. A princípio, havia duas comunidades na mesma casa. Aos poucos, as Irmãs foram se adaptando ao novo estilo de vida, depositando em Madre Emília confiança e estima.
     Até 1834 a Congregação da Sagrada Família compunha-se exclusivamente de Irmãs clausuradas que se dedicavam ao ensino no interior do convento, e de Irmãs conversas que exerciam diversas funções fora do claustro, dedicando-se aos pobres e aos doentes. Foi naquele ano que ocorreu algo totalmente imprevisto: a fundação das casas não clausuradas. Em alguns meses, houve três fundações. A Providência aproveitou-se do fato para dar origem ao segundo ramo do instituto: as Irmãs das Escolas, que seguiam em tudo as mesmas diretrizes que as outras, com exceção da clausura.
     No dia 15 de novembro de 1834, o Pe. Marty faleceu aos 78 anos de idade. A madre, que o teve como diretor espiritual desde os 18 anos, sofreu profundamente com a perda. No dia 18 de novembro, o conselho escolheu o Pe. Blanc para substituí-lo no governo da congregação.
     A fundadora continuou abrindo escolas num ritmo bastante acelerado.
     Além das provações interiores e das doenças, Madre Emília carregou também com profunda humildade e paciência a cruz da incompreensão que teve de suportar da parte de várias Irmãs da comunidade. Acusavam-na de arruinar a congregação com sua caridade exagerada, foi submetida à vigilância de uma ecônoma. Abriam suas cartas, vigiavam-na para impedi-la de conversar com as Irmãs que sofriam com essas humilhações e que pareciam auxiliá-la.
     Apesar de tantas provações, a Madre vivia na mais inalterável paz. Na sua profunda humildade, dizia: “Peço a Deus que suscite alguém para reparar meus erros”.
     No início de julho, sentindo-se livre das tentações que há anos a martirizavam, pressentiu estar perto o seu fim. Na madrugada de 4 de setembro, sofreu um desmaio que a impediu de descer para a missa. A partir desse dia, não deixou mais o seu quarto. Dedicou seus últimos dias às suas filhas: falou com cada uma em particular para lhes dar seus derradeiros avisos. Apesar de sua fraqueza, permaneceu lúcida até o fim.
     No dia 19 de setembro de 1852, às 13h30m, na presença do Pe. Faber e de algumas Irmãs, num último esforço, tomou seu crucifixo, que nunca deixava, fitou-o, colocou os lábios nas chagas do Salvador e, inclinando a cabeça, exalou o último suspiro.
     Quando a triste notícia do falecimento de Madre Emília espalhou-se pela cidade, o povo, chorando e lastimando a grande e irreparável perda, exclamava: “Morreu a Santa!”.
     Madre Rodat foi beatificada em 9 de junho de 1940; e canonizada em 23 de abril de 1950.


A vida de Santa Emília de Rodat, assim como de tantos outros santos e santas, foi unida ao Calvário e Cruz do Redentor por meio dos sofrimentos físicos e morais, que Emília oferecia em ato de humildade em expiação dos seus pecados e os pecados do mundo para que sua obra fosse frutuosa aos olhos dos homens e de Deus.
Emília dizia sempre às suas irmãs: “Nunca seremos as filhas do Divino Coração, se não nos pusermos em estado de vítimas”. No coração de Jesus, o cristão aprende a lidar com o sofrimento, transformando-o em oração e súplica, em descanso e refrigério.
“Santa Emília de Rodat, mulher virtuosa, filha da Providência e Apóstola da caridade”
 


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